O gás do riso, ou hilariante, produz uma suave depressão numa região do cérebro relacionada aos sentimentos e à autocensura. Ao inalá-lo, a pessoa entra num estado de relaxamento e felicidade, podendo mesmo rir à toa. A sensação é parecida à de quando se exagera um pouco na bebida. Ainda não se sabe precisamente qual é o mecanismo de ação do gás, cujo nome correto é óxido nitroso (N2O). Ele foi descoberto em 1772 pelo químico inglês Joseph Priestley. Alguns anos depois, verificou-se que o gás provocava uma sensação agradável ao ser inalado. Assim, não demorou muito para que a substância passasse a ser “cheirada” durante festas. Em 1844, o dentista americano Horace Wells percebeu que o gás tinha efeito anestésico por acaso: numa festa, Wells reparou que um dos convidados que havia inalado o óxido nitroso se machucou, mas não demonstrava sentir dor. Curioso, o dentista resolveu testar a substância e foi o primeiro paciente a ter um dente extraído após inalar o gás. Em consultórios dos Estados Unidos, da Europa e de outros países espalhados pelo mundo, o óxido nitroso é usado há tempos. Já no Brasil só agora vem conquistando mais adeptos. “O paciente se mantém calmo e consciente, o que aumenta a segurança do procedimento odontológico”, diz o cirurgião dentista Luiz Alberto Ferraz de Caldas, diretor da Associação Brasileira dos Cirurgiões Dentistas, seção do Rio de Janeiro.
Viagem anestésica Em cinco minutos o óxido nitroso já aumenta a tolerância à dor
Fonte: https://super.abril.com.br/mundo-estranho/como-o-gas-do-riso-age-no-corpo/
A Tabela Periódica é um modelo que agrupa todos os elementos químicos conhecidos e suas propriedades. Eles estão organizados em ordem crescente de números atômicos (número de prótons).
No total, a nova Tabela Periódica possui 118 elementos químicos (92 naturais e 26 artificiais).
Cada quadrado especifica o nome do elemento químico, seu símbolo e seu número atômico.
História da Tabela Periódica
A finalidade fundamental de se criar uma tabela era facilitar a classificação, a organização e o agrupamento dos elementos conforme suas propriedades.
Até se chegar ao modelo atual, muitos cientistas criaram tabelas que pudessem demonstrar uma forma de organizar os elementos químicos.
A Tabela Periódica mais completa foi elaborada pelo químico russo Dmitri Mendeleiev (1834-1907), no ano de 1869 em função da massa atômica dos elementos.
Mendeleiev organizou grupos de elementos de acordo com as propriedades semelhantes e deixou espaços vazios para os elementos que ele acreditava que ainda seriam descobertos.
A Tabela Periódica como a conhecemos atualmente foi organizada por Henry Moseley, em 1913, por ordem de número atômico dos elementos químicos, reorganizando a tabela proposta por Mendeleiev.
William Ramsay descobriu os elementos neônio, argônio, criptônio e xenônio. Esses elementos juntamente com hélio e radônio incluíram a família dos gases nobres na Tabela Periódica.
Glenn Seaborg descobriu os elementos transurânicos (do número 94 ao 102) e em 1944 propôs a reconfiguração da Tabela Periódica, colocando a série dos actinídios abaixo da série dos lantanídios.
Em 2019, a tabela periódica completa 150 anos e foi criada uma resolução das Nações Unidas e da UNESCO para que esse seja o Ano Internacional da Tabela Periódica dos Elementos Químicos como forma de reconhecimento de uma das criações mais influentes e importantes da ciência.
FISPQ é a sigla de Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos. Este é um documento normalizado pela ABNT, Associação Brasileira de Normas Técnicas, que tem como objetivo fornecer informações sobre vários aspectos dos produtos químicos quanto à segurança, à saúde e ao Meio Ambiente.
De acordo com o Decreto nº 2.657 de 03/07/1998, a FISPQ é um documento obrigatório para a comercialização de produtos químicos. Ela oferece recomendações sobre medidas de proteção e ações em situação de emergência, alertando sobre os perigos e possíveis riscos no manuseio de produtos químicos tóxicos, como o cloro, por exemplo.
A FISPQ fornece algumas informações necessárias para a elaboração de um programa de saúde, segurança e meio ambiente efetivo.